sábado, 28 de fevereiro de 2015

Lágrimas de morte!

Uma lágrima percorre-me o rosto.
Ao declamar as palavras do poema.
Do coração!
A agonia deixada "pela ferida aberta de um desgosto".
As lágrimas percorrem-me o rosto.
Deitado nos braços do desespero!
Escuto "a voz do escuro".
Choro! As palavras amargas.
Da alma!
Sofre em silêncio.
Com as lágrimas da morte!.
Que percorrem o meu rosto!.

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