O corpo é a existência, das raízes desenhadas pelo o tempo!. Um detalhe um pormenor, em movimento fragmentado através de uma redoma delineada no chão. Em busca da verdade do tempo, causado uma estranha exaustão no corpo.
Quente como uma língua da areia, ardente como fogo!. O corpo torna-se num holograma de linhas indefinidas pela memória. Inerte na sua ausência, momentânea de acção!. Marcada por uma respiração ofegante, dando origem ao precipício efêmero que é o tempo! Qual o tempo da existência do corpo?.
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