Quanto olho para ti verdade.
Peso serás mulher da cidade!
Ó então o espelho que reflete a realidade.
Do teu fundo, enquanto ser.
Largado á mercê da sorvete.
No mundo obescuro das trevas da verdade.
Onde suporto o Travo amargo da licor da hirionia.
Com um cheiro profuso a mentira
Vou encontro da eutopia da verdade.
Com simples gesto de humildade.
Vagueio pela cidade como uma criança perdida.
Á porcura verdade da liberdade.
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